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<title>Polis: Revista Latinoamericana</title>
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<title>“But is it Territory or Tide?” The concept of maretório and the coastal and marine extractivist women of Pará’s coastline, Amazon, Brazil</title>
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<summary type="text">“But is it Territory or Tide?” The concept of maretório and the coastal and marine extractivist women of Pará’s coastline, Amazon, Brazil; “Mas é Território ou Maré?” o conceito de maretório e as mulheres extrativistas costeiras e marinhas do litoral do Pará, Amazônia, Brasil
Este artigo apresenta uma reflexão sobre o conceito de maretório e sua relação com as lutas por direitos socioambientais das mulheres extrativistas costeiras e marinhas do litoral do Pará, na Amazônia brasileira. A pesquisa adotou uma abordagem qualitativa e exploratória, baseada em entrevistas, pesquisa documental, etnografias e registros em diários de campo, em diálogo com epistemologias feministas e ecoterritoriais latino-americanas. Argumentamos que o conceito de maretório ilustra um giro ecoterritorial, ao emergir do conhecimento situado de um grupo de mulheres extrativistas costeiras e marinhas. Embora frequentemente invisibilizadas pela literatura, elas protagonizaram mobilizações sociais que levaram à criação de áreas protegidas, como as Reservas Extrativistas Costeiras e Marinhas (RESEX MAR) no litoral do Pará. Além disso, apesar dos obstáculos impostos pela desigualdade de gênero, essas mulheres têm buscado ocupar espaços na cogestão dessas áreas, ao mesmo tempo em que ampliam sua atuação para diferentes arenas sociopolíticas, tanto em nível local quanto nacional e internacional. Nesse sentido, este estudo exploratório buscou contribuir para o debate sobre o conceito, ao demonstrar como ele adquire significado no discurso mobilizado por essas mulheres. Ao trazer para o centro da análise as experiências das mulheres extrativistas costeiras e marinhas, pretendemos ampliar a compreensão sobre o conceito e suas articulações nas lutas socioambientais.
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<title>El Poder de la Crisis Cómo Tres Amenazas, y Nuestras Respuestas Cambiarán el Mundo. Ian Bremmer  Barcelona, Editorial, Ariel. Edición:1 ISBN 9786287569522, Páginas 328</title>
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<summary type="text">El Poder de la Crisis Cómo Tres Amenazas, y Nuestras Respuestas Cambiarán el Mundo. Ian Bremmer  Barcelona, Editorial, Ariel. Edición:1 ISBN 9786287569522, Páginas 328
A modo de síntesis, se esboza la siguiente pregunta al autor del libro ¿Por qué es necesario colaborar más allá de las fronteras nacionales para todos los países que interactúan en el plano internacional? De la lectura del libro, se desprende una eventual respuesta de Ian Bremmer: 1- Porque estamos en un momento más peligrosos que el período entre guerras, el conflicto no sería en “teatros de guerra”, sería universal, 2- En un corto período de tiempo se esfumarían todas las conquistas políticas, económicas y sociales construidas durante las últimas décadas, 3- Porque la colaboración entre las personas y naciones son parte fundamental para el progreso de la humanidad.
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<title>Transiciones Socio-energéticas: Desafíos de Justicia Social y Sostenibilidad Territorial</title>
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<summary type="text">Transiciones Socio-energéticas: Desafíos de Justicia Social y Sostenibilidad Territorial
La transición energética global está en marcha y está configurando nuevos paisajes y desafíos para las sociedades contemporáneas. El Renewables Global Status Report 2024 señala que, para el 2024, 151 países han fijado políticas nacionales de cero emisiones netas, y 90 países han implementado estrategias energéticas basadas exclusivamente en energías renovables. Sin embargo, este proceso no se limita a una cuestión técnica o económica; por el contrario, introduce transformaciones profundas en las formas de habitar, producir y distribuir el poder en nuestras sociedades, lo que invita a reflexionar sobre las consecuencias políticas y sociales de las transiciones sustentables (Swilling, 2019).
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<title>Cartographies of justice in the era of transitions towards sustainability, global and Latin American assemblages</title>
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<summary type="text">Cartographies of justice in the era of transitions towards sustainability, global and Latin American assemblages; Cartografías de la justicia en la era de las transiciones hacia la sustentabilidad, ensamblajes globales y latinoamericanos; Cartografias da justiça na era das transições para a sustentabilidade, conjuntos globais e latino-americanos
In this paper we organize the construction of justice approaches in the context of transitions to sustainability. From a qualitative State of Art Review of 110 documents, we identify justice/transition assemblages on a global and Latin American scale. Thus, on the one hand, from international debates, we distinguish the just transition approach with its roots in North American labor unionism, and that of energy and multispecies justice promoted by the academic world. On the other hand, in Latin American approaches, we find Buen Vivir and justice promoted by indigenous peoples and civil society, and climate justice, developed by environmental constitutionalism promoted by civil society and Latin American jurists. Global approaches usually claim adaptive strategies, while Latin American perspectives are usually re-foundational with respect to extractivism. Thus, we show that justice, rather than a stabilized, universally understood object, is a political artifact under construction, appropriate to historical contexts and intellectual traditions. We conclude with an invitation for future research to examine the practical implementation of these varieties of justice, addressing the social challenges and institutional resistances that may arise.; En este artículo organizamos la construcción de enfoques de justicia en el contexto de las transiciones hacia la sustentabilidad. A partir de un State of Art Review cualitativo de 110 documentos identificamos ensamblajes de justicia/transición a escala global y latinoamericana. Así, por un lado, desde los debates internacionales, distinguimos el enfoque de transición justa con sus raíces en el sindicalismo laboral Norteamericano, y el de la justicia energética y multiespecie impulsada desde el mundo académico. Mientras que, por otro lado, en los enfoques latinoamericanos, hallamos el Buen Vivir y justicia promovida por los pueblos originarios y la sociedad civil, y la justicia climática, desarrollada por constitucionalismo ambiental promovido desde la sociedad civil y los juristas latinoamericanos. Los enfoques globales suelen reivindicar estrategias adaptativas, mientras que las perspectivas Latinoamericanas resultan usualmente refundacionales respecto a los extractivismos. Así, evidenciamos que la justicia más que un objeto estabilizado, universalmente comprendido, es un artefacto político en construcción, adecuado a contextos históricos y tradiciones intelectuales. Se concluye con una invitación a que futuras investigaciones examinen la implementación práctica de estas variedades de justicia, abordando los desafíos sociales y las resistencias institucionales que pudiesen surgir.; Neste artigo, organizamos a construção de abordagens de justiça no contexto das transições para a sustentabilidade. Com base numa análise qualitativa do estado da arte de 110 documentos, identificamos conjuntos de justiça/transição à escala global e latino-americana. Assim, por um lado, nos debates internacionais, distinguimos a abordagem da transição justa, com raízes no sindicalismo norte-americano, e a da justiça energética e multiespécie, promovida pelo mundo académico. Por outro lado, nas abordagens latino-americanas, encontramos o Buen Vivir e a justiça promovida pelos povos indígenas e pela sociedade civil, e a justiça climática, desenvolvida pelo constitucionalismo ambiental promovido pela sociedade civil e por juristas latino-americanos. As abordagens globais tendem a reivindicar estratégias adaptativas, enquanto as perspectivas latino-americanas são geralmente refundadoras em relação ao extractivismo. Assim, mostramos que a justiça, mais do que um objeto estabilizado e universalmente compreendido, é um artefacto político em construção, adequado a contextos históricos e tradições intelectuais. Concluímos com um convite à investigação futura para examinar a implementação prática destas variedades de justiça, abordando os desafios sociais e as resistências institucionais que possam surgir.
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