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dc.creatorCelarie, Alina
dc.creatorRepetto, Maxim
dc.date2020-12-31
dc.date.accessioned2021-01-05T14:02:44Z
dc.date.available2021-01-05T14:02:44Z
dc.identifierhttp://revistas.academia.cl/index.php/rantros/article/view/1785
dc.identifier10.25074/rantros.v7i14.1785
dc.identifier.urihttps://revistaschilenas.uchile.cl/handle/2250/161244
dc.descriptionNo presente artigo, analisaremos as políticas indigenistas brasileiras no século XX e o surgimento dos movimentos indígenas a partir dos anos de 1970. Queremos mostrar uma visão geral desse panorama histórico, ressaltar as definições principais das políticas indigenistas e sua articulação com o indigenismo interamericano, assim como as rupturas surgidas em parte pelos questionamentos do movimento indígena e pela constituição de 1980. Veremos a passagem de políticas indigenistas tutelares e de controle desses povos, para uma crescente atuação e mobilização indígena, ancorada na defesa da terra, assim como de outras reivindicações importantes, como a melhoria do atendimento à saúde e à educação. Identificaremos, desse modo, os principais conceitos e os avanços nessa luta, que como pano de fundo questionam o exercício dos direitos e nos falam da ampliação do conceito de cidadania no contexto atual dos Estados Nacionais na América Latina.pt-BR
dc.formatapplication/pdf
dc.languagespa
dc.publisherUniversidad Academia de Humanismo Cristianoes-ES
dc.relationhttp://revistas.academia.cl/index.php/rantros/article/view/1785/2071
dc.rightsDerechos de autor 2020 Antropologías del Sures-ES
dc.sourceAntropologías del Sur; Vol. 7 Núm. 14 (2020): Dossier Rapa Nui, dilemas contemporáneos; 35-54es-ES
dc.source0719-5532
dc.source0719-4498
dc.titlePolíticas indigenistas e movimentos indígenas no Brasilpt-BR
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/article
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.typeArtículos Originaleses-ES


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