Reflections and recommendations on psychological safety in undergraduate simulation-based education
Reflexiones y recomendaciones sobre la seguridad psicológica en educación basada en simulación en el pregrado;
Reflexões e recomendações sobre segurança psicológica no ensino baseado em simulação para alunos de graduação
Author
Armijo-Rivera, Soledad
Vicencio-Clarke, Scarlett
Maldonado Holtheuer, Marcia
Pérez González, Leonardo
Full text
https://revistachilenaenfermeria.uchile.cl/index.php/RCHE/article/view/7478010.5354/2452-5839.2024.74780
Abstract
Objective: To propose recommendations for promoting psychological safety in simulation practice based on educators’ experiences and an analysis of the concept in simulation-based education. Development: Psychological safety originates as a concept meant for teamwork. Subsequently, models for individual and vertical relationships are identified, where personal safety is related to that of others and factors that influence it are recognized, along with their effects. In the educational context, psychological safety is understood as creating a safe environment for learning, which facilitates the development of conversations without fear of humiliation or mistreatment. An adaptation of Clark's four levels to undergraduate education is proposed. Individual student factors such as a proactive personality, emotional stability, and orientation to learning are identified, as well as contextual factors like high quality relationships and student support systems. The relevance of ‘Grit’ as a concept is highlighted, as well as its relation to psychological safety. Additionally, ruptures in psychological safety during debriefing are detected, and we present strategies to prevent and repair them. The importance of educator training and continuous improvement is emphasized. Conclusions: Managing psychological safety is a challenge that requires an understanding of the concept and relies on specific strategies that educators can access in advance, during a learning scenario, or in the debriefing process, for which training is a key element. Objetivo: Proponer recomendaciones para promover la seguridad psicológica en la práctica de simulación a partir de la experiencia como educadores y del análisis del concepto en educación basada en simulación. Desarrollo: La seguridad psicológica se origina para el trabajo de equipos. Posteriormente se identifican modelos para relaciones individuales y verticales, donde se relaciona la seguridad personal con la de los otros y se reconocen factores que la influencian y sus efectos. En el contexto educativo, la seguridad psicológica se entiende como un entorno seguro para el aprendizaje, que facilita el desarrollo de conversaciones sin temor a la humillación o el maltrato. Se propone una adaptación de los cuatro niveles de Clark a la educación de pregrado, se identifican factores individuales de los estudiantes, como la personalidad proactiva, la estabilidad emocional y la orientación al aprendizaje, así como factores del contexto, las relaciones de alta calidad o los sistemas de apoyo al estudiante. Se destaca la importancia del concepto de Grit y su relación con la seguridad psicológica, se presentan señales de ruptura de la seguridad psicológica en los debriefing y estrategias para prevenirla y repararla en este contexto. Se subraya la importancia de la formación de los educadores, así como la mejora continua de ellos. Conclusiones: Manejar la seguridad psicológica es un desafío que requiere comprender el concepto y depende de estrategias específicas que el educador puede desplegar de manera anticipada, durante el escenario o en el debriefing, para lo cual la formación del educador es un elemento clave. Objetivo: Propor recomendações para a promoção da segurança psicológica na prática da simulação com base na experiência como educadores e na análise do conceito na educação baseada em simulação. Desenvolvimento: A segurança psicológica tem origem no trabalho em equipe. Posteriormente, são identificados modelos de relações individuais e verticais, em que a segurança pessoal está relacionada à dos outros e os fatores de influência e seus efeitos são reconhecidos. No contexto educacional, a segurança psicológica é entendida como um ambiente seguro para o aprendizado, que facilita o desenvolvimento de conversas sem medo de humilhação ou maus-tratos. Propõe-se uma adaptação dos quatro níveis de Clark para o ensino de graduação; são identificados fatores individuais do aluno, como personalidade proativa, estabilidade emocional e orientação para o aprendizado, bem como fatores contextuais, relacionamentos de alta qualidade ou sistemas de apoio ao aluno. Destaca-se a importância do conceito de coragem e sua relação com a segurança psicológica; são apresentados sinais de colapso da segurança psicológica no debriefing e estratégias para prevenir e reparar esse problema nesse contexto. Destaca-se a importância do treinamento de educadores e do aprimoramento contínuo dos educadores. Conclusões: Gerenciar a segurança psicológica é um desafio que exige a compreensão do conceito e depende de estratégias específicas que o educador pode implementar com antecedência, durante o cenário ou no debriefing, para o qual o treinamento do educador é um elemento fundamental.